Viva a Vida em Liberdade  


Canto a beleza efêmera que existe de cada dia.

Esse êxtase de viver cada amanhecer

e cada sol que se põe.

Amo assim tudo que é belo tudo que é amavel...

(Aline Arévalo)


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Violência

Ombros fechados a mãe sem

Leite

Tem seu filho nos braços

A criança chora...


Vai

Ouve o coração

Lança sentimentos

Todo o

Amor...


Vê

O que faz

Lá o no alto o

Trapezista que corre e

Ama o perigo que é a sua vida.

(Aline Arévalo)


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Olha a  noite

Sem vento na rua nada se move

No âmago da noite

o silêncio...


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No lugar onde não há palavras.

A música acontece no silêncio. A alma é uma catedral submersa.

No fundo do mar - quem faz mergulho sabe - a boca fica fechada. Somos todos olhos e ouvidos.

Aí, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia, ouvimos a melodia que não havia...

Que de tão linda nos faz chorar.

Para mim, Deus é isto: A beleza que se ouve no silêncio.

Daí a importância de saber ouvir os outros: A beleza mora lá também.

Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto.
(Rubem Alves)

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Me deixa ir...

Mas vai passar...

Eu quero ver a primavera que

mais parece inverno.

Deixa o frio

Ele passa...

Mas parece que nunca passa...

 


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Boca seca

Menina mimada

quer ser amada

E não amar mais ninguém.

(Aline Arévalo)


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Encantamento

Que poder é esse do amor sem pensamentos,
Que não é um sentimento e que também não é paixão?
Que é poesia e no corpo uma presença,
Que na ausência traz o mágico perfume do presente?

Um amor assim, fora do tempo sem memória
Ou histórias pra contar...
Que sem lembranças, já passou e nunca passa
E permanece como foi, como é e para sempre!

Mas, que magia é essa de um amor assim, inteiro!
Como flor em um canteiro esquecido de nós dois...
São dois amantes encantados,
Um Eros para sempre humanizado!

Um amor assim, é como o sol, é como a lua
E flutua sobre tudo o que parece ser real!
Ele é quem sabe, o amor, e o tempo é quem guarda,
Enquanto dure o encantamento de nós dois...


Ausência

Essa sua indiferença...
Essa cruel, ausência!
Persistentemente complexa,
Reflexa,
Espreita...
Esse réptil silêncio que rasteja,
Entre as poucas palavras, ao chão...
E um suposto afeto,
Sem perdão!

Dejetos de uma história, projetos, mosaico incompleto...
E, ainda submersa, a música, aguarda... O seu tom!
E, ainda submersa, a música, aguarda seu tom...
Na transparência dos espaços,
Na incerteza dos propósitos,
Na ignorância das passagens,
Suspeita...
A esperança que aguarda, descalça,
Ao início de uma possível estrada...

A esperança que aguarda, descalça,
Ao início de uma possível estrada!
Que, por enquanto ainda não passa ninguém...
Que, por enquanto...
Ainda não passa ninguém.
Que, por enquanto ainda...
Não passa, ninguém.
Que, por enquanto, ainda não passa...
Ninguém!

(Monalisa Lins)


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Ela deita na relva...

Sente o cheiro da terra.

O vento arrepia,

As nuvens se movem

no céu tons de cinza, diamante,

o sol se espalha rico em seu calor.

O Vento quente, noroeste

Vai chover...

pés descalços correm

Árvores balançam,

A Chuva desce...

dança com ela...

Cabelos soltos,

Corpo molhado,

Frio e calor...

(Aline Arévalo)


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Naquela noite silêncio profundo

Palavras não caberiam dizer.

Um olhar já dizia tudo, era o fim.

(Aline Arévalo)


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Morava numa ilha cujas sua águas traziam muitos peixes , assim que acordava punha seus pés no rio.

E não importava se estava frio ou calor, fazia aquilo sempre,

como um ritual de cada manhã.

Morava com o mato, com a terra, com os animais, consigo mesma,

à noite fazia fogueira e ficava contando estrelas.

Morreu dormindo numa certa manhã,

disseram os peixes das águas do rio...

(Aline Arévalo)


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Misterio saber

O teu sabor,

Roda de moinho

Tanta vida, quantas pessoas

Existem ainda para se viver...


Vamos

Indo caminhando,

Dia-a-dia,

Anos, meses e segundos...


Mansos

Olhos apaixonados.

Meu coração

Entregro a você,

Nessas horas

Tão nossas

O seu

Sorriso me faz tão bem...


Amor perdido esse

Meu

Antes

Nunca

Tivesse te

Encontrado.

(Aline Arévalo)


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Que a vida nos dá como um catalisador:

Coragem na espera à noite, nas ruas,

Piedade e cuidado às crianças tão nuas,

Paixões que unem a presa ao caçador.

(Aline Arévalo)


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Famintos

Esperam a

Liberdade

Incógnita...

Como se fosse possível essa plenitude nunca ser

Interrompida, são

Dados jogados

Assim:

De repente você

Está feliz.

 

 

Aline Arévalo


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Leve

Aroma

Voa

Alto

No azul

Do céu

Anil....

Aline Arévalo


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Ah o amor...

Canteiro de delícias,

Cuja nascente é

Mágica essencia de Sândalo.

Profundo lago imaculado.

Plana no alto, longe,longe...

Livre de tudo...

Faz sentir as folhas das árvores,

No contorno do vento.

Abraça sementes na terra.

Ilumina pensamentos,

Êxtaxe é viver aqui.

(Aline Arévalo)


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Sensação de anteontem

Com gosto de amanhã.

Cheiro de pele macia,

gosto de carinho, bocas coladas...

Sou tua amor...

Seja meu prá sempre...

Bebe minha alma,

Vasculha minha vida,

Sentimentos vadios, infantis.

E assiste a cena que se acaba,

de um teatro representado

sem porta,sem saída...

A poesia é sem janela,

é um fantasma vagabundo, perdido, machucado,

jogado às traças, decadente, no meio da rua. 

Bebe de um veneno que corroe seu corpo, suga seu sangue,

mata por dentro.

 (Aline Arévalo)


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Antes a descoberta, o

Mistério, a vontade, a paixão; com o tempo,

Odio,  

Rancor e morte.

 

Muitos são

Os sentimentos que

Renascem, o

Tempo cicatriza as marcas da

Experiência vivida.

 

(Aline Arévalo)


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Abracemos a Noite
 
Abracemos a noite
Que chega do abismo,
Instruída e calada.

 
Em seu peito de treva
Descansemos a alma
Tão desesperada

 
Contemplemos a noite
Vestida de sombra,
De tempo adornada.

 
Tão maternal e estranha,
Tão simples, tão deusa,
Fácil e inviolada,

 
Que a varanda remota
De um negro horizonte
Prolonga, admirada.

 
Abracemos a noite
Que tece e destece
A frágil escada.

Cecília Meireles


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Sobre as memórias

"Alma" é o nome do lugar

onde se encontram esses pedaços
perdidos de nós mesmos.

São partes do nosso corpo, como
as pernas, os braços, o coração.

Circulam em nosso sangue,
estão misturadas

com os nossos músculos.

Quando elas aparecem

o corpo se comove, ri, chora...
Para que servem elas?

Para nada. Não são ferramentas.
Não podem ser usadas. São inúteis.

Elas aparecem por causa
da saudade.

A alma é movida à saudade.

A alma não tem o menor interesse no futuro.

A saudade é uma coisa que fica
andando pelo tempo passado

à procura de pedaços de nós
mesmos que se perdem"

Rubem Alves


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Meditação

"Você vive num mundo hipnotizado pela ilusão do tempo;

um mundo no qual o momento presente é inteiramente negligenciado,

ou apenas visto como um tênue fio que divide um Passado todo-poderoso

e cansativo de um Futuro extraordinariamente importante e sedutor.

Por um lado, sua consciência está completamente ocupada com memórias passadas e,

por outro, com expectativas futuras.

Será que você não compreende que nunca houve,

que não há nem haverá nenhuma Experiência que não seja a Experiência do Presente?

Quando se esquece disso, você perde o contato com a Realidade e cria um mundo de ilusões.

Você medita quando presta atenção ao que acontece aqui e agora, sem apegos.

Você medita quando sua mente se apercebe, sem julgamentos, daquilo que é.

Você medita quando, sem deixar de estar consciente do seu corpo

e da sua mente e do vozerio do mundo que o cerca,

você vai ficando cada vez mais sintonizado com a Voz do Silêncio,

com a Sabedoria da sua Essência Interior.

Você medita quando, na quietude da Natureza ou na paz de algum velho Templo,

você se volta para dentro de si esmo por alguns instantes para participar do Silêncio de Deus.

Você medita ainda mais valiosamente quando, no meio do burburinho da vida,

no centro do alvoroço e dos desafios do dia a dia, leva consigo a mesma

quietude interior que transforma o seu coração no Templo do Espírito.

Você medita quando nem vive inteiramente neste mundo nem fora dele;

e quando embebe a sua mente nas águas da criação e da inteligência divinas para que,

com sua atitude, cada ser, cada coisa possa despertar para a sua qualidade essencial.

Você medita quando na agonia da indecisão diz: Não se faça a minha vontade, Deus, mas a Tua.

Porém, você medita mais ainda quando escuta - com o ouvido do seu corpo,

com o ouvido da sua mente e com o ouvido da sua Alma -

a Voz Silenciosa que fala do cosmos eterno e lhe pede que seja Um com a Vida."


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